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Informa 54 (Fevereiro 2013)

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info54-pt.pdf2.84 MB
Fecha: 
02/2013

  Sumário:

  • Información general: Novos Guias de Aplicação +
  • Televes no mundo: Televés abre loja no Dubai +
  • Perguntas frequentes: Como alimentar LNB (FO) na inexistência de cablagem disponível? + 
  • Fotos curiosas: Com Cabo Coaxial T-100 Plus PE nada disto acontecia! +
  • Falando de..: TRedess +
  • Sabia que...: A Televés utilizou Antena de 5m em feira +
  • Formação: Ensaios ITED2 e a escolha de uma Tomada coaxial com qualidade +
  • Dica: Distribuir canal em Alta Definição (HD) na rede de distribuição de casa +
  • Instalação rea: Novo Hospital de Lamego +
  • Nuevos productos: Novos módulos T.0X +

 

 Novos Guias de Aplicação

Para os instaladores de infra estruturas de telecomu­nicações, o dividendo digital significa um desafio. Como líder de mercado, a Televés já se preparou para oferecer ao profissional todo o apoio que ne­cessita, tanto em produtos como a nível de suporte técnico.

Desta forma a Televés apresenta o Guia de Produto LTE, um documento dedicado a soluções que con­tribuam para um sinal de televisão estável e sem interferências 4G.

Paralelamente apresenta-se o novo Manual de Aplicações  

 

Práticas de instalações individuais da Televés que tem como objectivo explicar, de uma forma simples, as soluções essenciais a aplicar em Moradias e Apartamentos.

Pretende-se com este novo conceito através de um “manual de bolso” abranger a recepção te­rrestre, satélite e sinais de operadores de cabo passando pelas várias possibilidades existentes de modulação de canais e comando de infra-vermelhos, oferecer soluções que convirjam nas necessidades do cliente final   

 

Estes documentos estão disponíveis em:
www.televes.com > Serviços > Downloads > Catálogos  

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LOJA NO DUBAI

A Televator distribuidor de produtos Televés no mercado de Naif em Deira (Dubai) abriu as suas portas nos finais do passado ano de 2012.

 

Este distribuidor oferece aos seus clien­tes todo o tipo de soluções relaciona­das com a distribuição e tratamento de sinais de televisão, tanto no âmbito profissional como doméstico.

Este novo ponto de venda contribui para a consolidação da rede comercial da Televés no mercado árabe.

A Televés, deseja à Televator muito êxito neste novo projecto. 

ISEP
Porto 5-6 Dezembro 

No passado dia 5 e 6 de Dezembro a Tele­vés esteve presente com um stand expo­sitor em mais uma edição das Jornadas Electrotécnicas de 

 

Máquinas e Instalações Eléctricas organizado pelo Instituto Supe­rior de Engenharia do Porto.

 

O encontro teve como objectivo envolver empresas, profissionais, docentes, investi­gadores e alunos numa discussão alarga­da de potenciais soluções no sector.

Com a temática “Infra-estruturas de Te­lecomunicações, Grandes Projectos” a Televés participou no seminário das Tele­comunicações onde também esteve pre­sente o regulador do sector das comuni­cações, ANACOM   

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No processo de orientar uma antena satélite com LNB de fibra óptica,
como se alimenta o LNB quando ainda não existe cabla­gem disponível?


OPINIÃO DO ESPECIALISTA

Através do interface de fibra óptica insta­lado nos Medidores de Campo H45 e H60 é possível efectuar medidas directamente 

 

 

através de um cabo óptico como se de um cabo coaxial se tratasse.

Assim no caso particular de um LNB de Fibra Óptica é possível activar a alimentação a prés via coaxial e simultaneamente efectuar medi­das via interface óptico  

 

  

Índice 

  

 

Com Cabo Coaxial T-100 Plus PE nada disto acontecia!

É sempre de aplaudir instaladores que se preocupam com a qualidade das suas ins­talações e também com a sua durabilidade, assim como na melhor solução a apresen­tar ao seu cliente, o que neste caso passou por um sistema Satélite Livre Astra 19.2ºE + Hotbird 13.0ºE + Eutelsat 9.0ºE.

No entanto não seria de todo necessário o revestimento com uma tubagem maleável do cabo coaxial com cobertura PVC.Se a opção da escolha do cabo tivesse re­caído no Cabo Coaxial T-100 Plus PE ITED2 Class A 3GHz, ref.215501 que possui uma cobertura em Polietileno conferindo-lhe imunidade às intempéries mais adversas, poupar-se-ia uns metros de tubo e algum tempo na mão-de-obra despendida. 

Portanto com Cabo Coaxial T-100 Plus PE nada disto acontecia! 
 

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TRedess

Entrevista com: Ivan Rodriguez, Director Geral da TRedess 


“Estamos debruçados em soluções de vídeo sobre IP de alto valor acrescentado”

A TRedess é uma história de êxito dentro da Televes Corporation. A empresa foi prota­gonista no processo de transição da TDT na Europa, está agora preparada para aprovei­tar as oportunidades que oferece agora o dividendo digital. Mas pretende-se mais, e está bem posicionada no negócio de vídeo sobre IP e nos sistemas de localização, como o explica Iván Rodríguez, o seu director geral.

 

Quais foram as chaves que possibilitaram o papel de protagonista da TRedess no desenvolvimento da TDT em Europa?

Diria que existiram três factores principais que nos permitiram gerir com êxito os gran­des projectos de desenvolvimento da rede.

Em primeiro lugar, a tecnologia de ponta ao dispor da TRedess em equipamentos de transmissão: compactos, fiáveis e capazes de operar em locais onde os outros não o conseguiram.

Em segundo lugar, a nossa capacidade para personalizar o produto em função das especificações do cliente e dar a este suporte de campo. Finalmente e não menos importante, o de pertencer à Televes Corporation que nos concede uma alta capa­cidade de fabricação para cumprir os prazos de entrega exigidos.

 

A grande oportunidade é agora o divi­dendo digital? 

A incerteza legislativa à volta do dividendo digital pressupõe um dos maiores proble­mas para o desenvolvimento no sector do Broadcast. Em todo o caso, admite-se que o dividendo seja uma revitalização do sector e um importante campo de trabalho para os instaladores.

Mas a área de negócio do Broadcast não é a única desenvolvida pela TRedess. Que outros nichos de mercado são explorados pela empresa?

O Broadcast é a coluna vertebral da TRedess e continuará a ser o pilar fundamental e a nossa imagem aquando das alterações de espectro e coberturas que provem do divi­dendo digital na Europa. Situam-se aqui os nossos maiores esforços na internacionali­zação, não sendo no entanto o único capí­tulo do nosso catálogo. O segundo grande pilar sobre o qual se sustem a empresa é o negócio de vídeo sobre IP. 

Apostamos neste mercado porque tem um importante componente de desenvolvi­mento tecnológico que encaixa na perfeição no perfil da TRedess. Temos patentes de in­venção, como o sistema de watermarking de vídeo, que nos posiciona muito bem no sector, e continuamos a dar o nosso melhor para desenvolver novas aplicações de valor acrescentado, na área de sistemas avançados de análise de vídeo. 

Pode destacar algum projecto?

Recentemente a TRedess foi seleccionada para realizar um projecto de fornecimento e instalação de equipamentos para a homo­geneização e visualização remota do sistema de videovigilância dos portos Portos da Ga­liza.

 

O objectivo é interligar todos os sistemas e os centros de controlo de cada zona assim como a central.

Têm planos de diversificação para além do Broadcast e do Vídeo sobre IP?

Sim. Estamos a trabalhar em novos desen­volvimentos e em particular num produto de referência como será o RTLS (Real Time Location Systems). Hoje em dia a localização em espaços exteriores está resolvida pelas tecnologias GPS e GSM-3G. A localização em espaços interiores não o está e existem várias soluções em função da criticidade da precisão necessária. A TRedess aposta numa plataforma multi-tecnológica, capaz de lo­calizar em tempo real os activos críticos ou as pessoas em movimento de uma determi­nada organização. Assim por exemplo, com o RTLS da TRedess poderá saber-se em que piso e ala se encontra um paciente ou um membro do pessoal de um centro hospitalar.

Na hora de desenvolver planos de inter­nacionalização, que vantagens pensa ter ao pertencer a um grupo multinacional como a Televes Corporation?

É de facto um factor diferenciador compa­rando com a nossa concorrência. A grande rede comercial internacional da Televés vem trazer-nos grande conhecimento dos merca­dos, colocando-nos mais perto dos clientes originado uma resposta mais rápida da nos­sa parte  

 

Sergio Martín
Responsável de Comunicação

 

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Ensaios ITED2 e a escolha de uma Tomada coaxial com qualidade

Apesar do ITED2 estar já em vigor desde 2010 ainda surgem algumas dúvidas quanto aos ensaios obrigatórios a realizar nas redes de SMATV e CATV.

 

Ensaios CATV

De acordo com o Manual ITED2, deve ser cumprida a Classe de ligação TCD-C-H para as frequências de teste de 60, 90 e 750MHz e medidas as atenuações entre as tomadas coaxiais e o secundário do RG-CC, para insta­lações colectivas ou RC-CC para o caso indi­vidual.

O procedimento é relativamente simples bas­tando calibrar inicialmente o Gerador de ruí­do com o Medidor de Campo através de um chicote de 0.5m de comprimento no mínimo e registar o nível de sinal às frequências aci­ma indicadas. De seguida, de forma análoga proceder-se-á à medida do nível de sinal na totalidade das tomadas da instalação. Para se obter a atenuação pretendida para CATV, basta subtrair ao nível de sinal de saída do gerador ao nível de sinal à saída das tomadas testadas.

Na maioria das instalações o processo é transparente já que é pouco provável a ne­cessidade de instalação de amplificação de linha. Mas nas instalações com necessidade dos mesmos, estes funcionam na via directa entre os 88 e os 862MHz e na via de retorno entre os 5 e os 65MHz. Após reflexão chega-se facilmente à conclusão que no ensaio ITED2 para CATV só é possível medir os 90MHz e os 750 MHz na via directa. E os 60MHz? Como se mede este valor de atenuação?

Na presença desta situação ter-se-á que co­locar o Gerador de ruído junto às tomadas e a medida é efectuada junto à “entrada” de sinal já que a bidireccionalidade da rede deve ser garantida segundo o manual ITED2. Mais que testar a via de retorno os amplificadores CATV também têm de ser ajustados na via de retorno de forma análoga ao realizado na via directa.

 

Ensaios SMATV

Na rede de SMATV ter-se-ão que medir e registar na totalidade das tomadas da insta­lação os níveis de sinal, C/N e BER dos sinais presentes na instalação que em grande parte das situações se resume ao sinal TDT e ao sinal FM. Apesar de ser um processo simples de realizar, o sinal de FM é muita das vezes esquecido. Basta criar uma memória no Medidor de Campo com a frequência de um sinal de rádio na zona juntando numa Macro com a memória criada para o sinal TDT. O(s) sistema(s) de amplificação terão de ser ajusta­dos antecipadamente de acordo com a infor­mação existente no Projecto.

 

 

 

De referir que no anexo B do Manual ITED é referido o procedimento a ter-se no caso de falha dos ensaios das redes coaxiais, CATV e SMATV o qual consiste na análise das curvas de resposta da rede de distribuição, para as faixas de frequências de 5-862MHz e 950-2150MHz.

Os valores para as tomadas +F e –F, medi­dos para as bandas 5 aos 862MHz e 950 aos 2150MHz, serão registados no medidor de campo, o que vem aqui mais uma vez re­forçar a obrigatoriedade de instalação de tomadas com saída de satélite disponível para ITED2.

Tomadas Coaxiais

A tomada coaxial é parte integrante da insta­lação. Com alguma frequência encontram-se instalações ITED2 cujas tomadas instaladas que não permitem a passagem de parte de bandas necessárias ou simplesmente aquan­do dos ensaios, estes são efectuados com li­gação aos terminais errados.

A escolha da tomada coaxial é fundamen­tal neste processo assim como saber-se que sinais estão disponíveis em cada um dos co­nectores de saída. Esta deverá dar as seguin­tes garantias:

  • Garantia ao Projectista quanto à qualida­de do produto prescrito e desempenho das funções para aquilo a que se destina;
  • Facilidade e rapidez no processo de insta­lação;
  • Permitir um Ensaio de funcionalidade (ITED2) simples e rápido sem necessidade de aplicação acessórios externos para medição de frequências distintas;
  • Capacidade de adequada filtragem entre bandas/saídas, permitindo um correcto fun­cionamento dos equipamentos interligados;
  • Compatibilidade com a grande maioria dos espelhos do mercado eléctrico existente;
  • Facilidade de encontrar material de repo­sição/substituição futura;
  • Assessoria técnica sempre disponível.

Certamente que não será fácil encontrar uma marca para além da Televés que reúna a totalidade das premissas acima enuncia­das na escolha de uma tomada coaxial.

A Tomada Separadora TV/FM-SAT, ref.5226 é uma das tomadas válidas para ITED2 e pa­ralelemente uma das tomadas separadoras mais vendidas para instalações de reposição onde aqui a única obrigatoriedade exigida é a funcionalidade. Possui dois conectores para interligação de equipamentos, onde o conector TV/FM obter-se todos os sinais entre os 5MHz e os 862MHz, e no conector SAT dos 950MHz aos 2150MHz.

A Tomada Separadora TV-FM-DADOS/SAT Global, ref.5250 é uma tomada desenvolvida especificamente para ITED2, onde a mesma tomada é funcional simultaneamente para serviços de TDT, FM, Satélite, e serviços de operadores por cabo. Todos os ensaios ne­cessários para ITED2 são realizados ape­nas num único conector. Tem uma rejeição do sinal de satélite e dados para TV supe­rior a 70dB conferindo-lhe uma qualidade impar quanto a possíveis interferências entre equipamentos.

Os ensaios necessários para ITED2 não são mais do que atestar o cumprimento das ate­nuações da instalação, não garantindo de todo se uma tomada coaxial é vulnerável a introduzir ruídos quando distintos equipa­mentos a ela estão conectados   

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 ... A Televés utilizou uma parábola de 5 metros numa feira!

A antena parabólica de 5 metros de diâme­tro exposta junto à sede central da Televés esteve em funcionamento durante uma das feiras Sonimag nos finais dos anos 80.

A maior parte dos expositores dispunham de sinal do satélite russo Ghorizont que contin­ham conteúdos “aborrecidos” enquanto a Televés foi capaz de captar sinais do Intelsat VI.

Com um lóbulo de radiação estreito que acarreta dificuldades na sua orientação, em nada de compara às dificuldades encontra­das na logística quanto ao transporte de um volume metálico de tal dimensão.

 

O actual Director Geral de Estratégia da Te­levés, José Luis Fernández Carnero, recorda aquela longa noite em que “...depois de calcu­lar o azimute e a elevação, a antena que estava instalada na carroçaria de um camião, proce­deu-se ao ajuste fino com a utilização de uma alavanca.

Enquanto o televisor auxiliava na monitorização para identificação do satélite, o multímetro conectado à saída CAG do receptor de satélite permitiu a sua orientação final”

A descansar nos jardins da Televés, este disco que um dia captou o fugidio Intelsat VI é hoje em dia um impactante reclame da marca Te­levés 

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Como distribuir um canal em Alta Definição (HD) por toda a rede de distribuição de casa? 

 

Para quem tem acesso a programas de televisão em HD provenientes de um receptor do operador, DVD, satélite livre ou outro qualquer dispositivo tem-no normalmente disponível apenas num dos televiso­res existentes na casa. Um modulador doméstico ref.5858 resolveria perfeitamente a situação, no en­tanto quando o serviço é em alta definição perde-se qualidade já que se trata de uma modulação analó­gica e deixa-se de disponibilizar a qualidade HD aos restantes televisores.

Para quem investiu alguns milhares de euros em te­levisores planos de alta qualidade é imperativo que se faça chegar qualidade de sinal aos mesmos para tirar proveito do investimento e justificar a troca pe­los antigos CRT.

 

O modulador COFDM DigiSlot com o Encoder HDMI ref.554803 para além de permitir a distribuição do programa para os restantes televisores, disponibili­za-o com a mesma qualidade de sinal da origem, ou seja, se o canal é HD ou 3D disponibiliza-se sinal HD ou 3D para todas os televisores.

O modulador COFDM DigiSlot está disponível em chassis de 19” através da ref.554601, e da ref.554501 com um chassis adaptado mais para este tipo de ins­talações.

O modulador disponibiliza à saída 1 Multiplex e pos­sui 2 Slot para Encoders que neste caso recomenda-se que sejam os HDMI, ref.554803. Estão disponíveis também os Encoders ref.554801 de 1AV e ref.554802 de 2AV, mas que apenas permitem qualidade SD di­gital à saída     

 

 

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Novo Hospital de Lamego (Portugal)


 

O novo hospital de Lamego, um investimento do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD) está dotado de um sistema Televes com 22 programas de televisão e sinal de rádio difundido para as mais de 100 tomadas coaxiais existentes.

A Antena DAT HD Boss, ref.149501 e a Antena FM Circu­lar, ref.1201 responsabilizam-se  pela recepção dos sinais terrestres enquanto que o conjunto Antena 850 QSD, ref.7903 e Suporte multi-satélite, ref.790901 permitem a re­cepção dos satélites Astra 19.2ºE e Hotbird 13.0ºE.

A Central de cabeça é composta pelo recente sistema de Amplificação Monocanal T12 para a filtragem e amplifi­cação dos agora 5 programas TDT terrestres, 1 Modulador AV-PAL  TWIN T.0X em Banda Lateral Vestigial para 2 progra­mas internos e 3 Transmoduladores DVBS/S2-COFDM T.0X para os cerca de 15 programas digitais gratuitos provenien­tes via satélite.

A elevada qualidade do cabo coaxial instalado e as reduzi­das atenuações associadas contribuiram para a instalação de apenas 6 Amplificadores DTKom Power Dubling, numa rede de distribuição de aproximadamente 3.500 metros de Cabo Coaxial 100% em Cobre. 

 

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Novos módulos T.0X
com edição do Identificador de Serviços (Service_ID) 


A Televés acrescenta mais dois novos módu­los à gama de transmoduladores T.0X DVBS/S2-COFDM.

O novo módulo 563199 permite a edição do Identificador de Serviços (Service_ID). Com o ajuste deste parâmetro, o instalador pode alterar os canais presentes numa insta­lação sem necessidade de voltar a sintonizar os televisores, poupando significativamente nos custos de intervenção de instalações com grande quantidade de televisores como são a hotelaria, hospitais, condomínios, etc.

A substituição de um canal por outro será transparente ao televisor para além do trans­modulador informar o instalador se algum Identificador já está a ser utilizado.

Este módulo também permite a edição da LCN (Logical Channel Number), sistema uti­lizado para a organização nos televisores da lista de canais.

O transmodulador 564201 vem revolu­cionar o conceito dos transmoduladores existentes até aqui, permitindo que num único módulo se efectue uma remulti­plexagem de sinais provenientes de até três transponders diferentes.

Desta forma é possível configurar-se num único Multiplex de saída, conteúdos prove­nientes de três transponders diferentes de te­levisão via satélite, onde parte deles podem ser desencriptados através utilização da entrada para CAM para o efeito, se neces­sário.

Dispõe de duas entradas, onde os sinais de entrada podem advir de até dois satélites dis­tintos já que dois dos transponders têm de pertencer obrigatoriamente à mesma banda e polaridade.

Analogamente ao módulo 563199, o trans­modulador 564201 dispõe também de edição de Service_ID e LCN.

Herdando as principais funcionalidades da família T.0X, os dois transmoduladores são controláveis através do CDC (Controlador de Cabeceiras) e software TSuite, pelo que a edição de listas de canais, e qualquer outro parâmetro, pode realizar-se de forma remota.

 

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