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InfoTeleves 60 (Fevereiro 2014)

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Fecha: 
02/2014

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  Sumário:

  • Información general: A TDT está a avançar bem na Europa, exepto em Portugal +
  • Última hora: DiSEqC e edição do SID nos T.0X. +
  • Televes no mundo: Formação H60 (Maia e Lisboa) +
  • Fotos curiosas: Que as Antenas Televés funcionam sob qualquer adversidade! Já todos o sabiam. +
  • Falando de...: Filiais internacionais: “Uma presença internacional de que estamos orgulhosos” +
  • Perguntas frequentes: Seleccionar Idioma do áudio em serviços COFDM. +
  • Formação: As Fontes de Alimentação são todas iguais? +
  • Dica: Antena QSD 750 com LNB Monobloco 6º. +
  • Instalação rea: Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa) +
  • Novo produto: Medidor H30. +

 

A TDT está a avançar bem na Europa, exepto em Portugal

A Televisão Digital Terrestre (TDT) continua a ser a forma preferida de ver televisão na maioria dos países de toda Europa. Apesar da expansão de outros sistemas como o IPTV, é inquestionável que tanto o conteúdo como a tecnologia TDT continuem em constante evolução. Enquanto muitos pensaram que as redes 4G/LTE podiam ser uma ameaça para a TDT e o futuro desenvolvimento do seu espectro radioeléctrico, a realidade é que os países mais avançados apostaram a favor do seu crescimento.

A França, por exemplo, com uma taxa de penetração da TDT a rondar os 60%, adicionou dois novos multiplex exclusivos para conteúdos em HD MPEG4. No total, o país emite 18 programas SD MPEG2 e 10 em formato HD MPEG4, incluindo os multiplex nacionais e locais/regionais.

A Itália realizou o apagão analógico e moveu todos os multiplex TDT num único processo em 2012. Desde então, o país mantem os 28 multiplex e caminha para um espectro completamente DVB-T2 previsto para 2014.

A situação também é similar no Reino Unido, onde a autoridade reguladora OFCOM, publicou o plano estratégico  “Assegurando os benefícios a longo prazo de umas frequências baixas escassas”, que impulsa claramente os serviços TDT através da conservação da totalidade dos multiplex, apoiando a evolução até formatos de modulação e compressão mais eficientes como DVB-T2, MPEG-4 e HEVC, e promovendo a migração do SD para HD como standard. Desde Novembro de 2013 os espectadores podem disfrutar do novo multiplex T2, que inclui dos serviços HDTV com conteúdo da BBC.

A maioria dos países da Europa mantem a opinião de que a TDT actualmente desempenha um papel muito importante na distribuição de conteúdos de um serviço universal e de baixo custo, a conteúdos de radiodifusão, para além de permitir ao consumidor uma ampla eleição de canais, equipamento de recepção e plataformas de TV. Pena é que em Portugal não se pense da mesma maneira nem mesmo tendo em conta as dificuldades económicas dos Portugueses!  

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Ultima hora

DiSEqC e edição do SID em T.0X


Os transmoduladores DVBS/S2 ref.563101 passam a incorporar de série a função de edição do SID para evitar novas sintonizações dos televisores aquando da realização de alterações na lista de canais. Até agora esta função estava implementada apenas na ref.563199.

Também passa a estar disponível neste produto a funcionalidade DiSEqC para o comando de escolha do satélite à entrada do módulo  

 

 

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Televes en el mundo 

FORMAÇÃO H60
(Maia e Lisboa) Janeiro 2014


 

A Televés realizou formações dedicadas ao Medidor de Campo H60 nos dias 8 e 14 de Janeiro nas instalações da Televes Maia e Televes Lisboa respectivamente. O objectivo destas acções foi aprofundar as capacidades do H60 nas medidas RF e FO, e as necessidades relativas aos ensaios ITED pelos seus novos utilizadores.

Estiveram presentes representantes das entidades formadoras do CINEL e ATEC, da empresa instaladora ELECTRINO e do distribuidor SERRA & COELHO de Angola   

Televés entra em SIMAVELEC
(Paris, França)



syndicat des industries de materiels audiovisuels électroniques

 

No mês de Janeiro de 2014, a Televés passou a fazer parte da SIMAVELEC (Syndicat des industries de materiels audiovisuels électroniques) em França.

Em palavras de Juan Virel, gerente da Televés França, “pertencer à SIMAVELEC permitirá à Televés participar de forma activa na evolução tecnológica dos produtos adaptados ao mercado francês”  

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FAQs - Preguntas frecuentes

Seleccionar Idioma do audio com serviços COFDM


Como definir o idioma do áudio num televisor quando se disponibilizam serviços em COFDM transmodulados a partir de sinais satélite?

OPINIÃO DO ESPECIALISTA

Ao parametrizar no menu do televisor o idioma pretendido, é associado automaticamente o áudio do idioma eleito no menu de toda a lista de programas.

Uma grande vantagem face à tradicional modulação PAL, em que a modulação é realizada apenas num único áudio previamente definido e sem possibilidade de alteração pelo  utilizador. Trata-se de uma mais-valia principalmente para grandes instalações como a Hotelaria onde a oferta de serviços multi-idioma é fundamental para a prestação da qualidade de serviço a disponibilizar por este tipo de empreendimentos.

A Televés disponibiliza uma gama completa de equipamentos T.0X concebidos para garantir ao utilizador o máximo de funcionalidades disponíveis, qualidade e fiabilidade  

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FOTOS CURIOSAS

 

 

 

Que as Antenas Televés funcionam sob qualquer adversidade! Já todos o sabiam

Que nem sempre são instaladas da forma mais correcta?  Nada de novo. Mas com certeza que ninguém ainda as tinha  testado deixando o dipolo na mesma posição em que é  fornecido na embalagem aquando do seu fornecimento,  devidamente encaixado entre os elementos directores. Quem sabe se estamos perante uma inovação de uma antena de recepção de TDT com eliminação a 100% dos ecos  

 

 

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Hablando de ... 

 

Entrevista com: 

Manuel Martínez, Director Geral Comercial da Televés Corporation

Filiais internacionais:
“Uma presença internacional de que estamos orgulhosos”

 


O Director Comercial da Organização Televés dá a conhecer mais a fundo o desenvolvimento da rede de filiais internacionais da Televés.

Como se iniciou o desenvolvimento multinacional da Televés? Quando e que razões se invocaram para o avanço da  primeira filial multinacional?

Tudo começou em finais dos anos 70 com a sua expansão através de Portugal para atender o desenvolvimento da televisão nesse mercado. Nos inícios de 1980 fundou-se assim a primeira filial, a Televés Electrónica Portuguesa na Maia. Portugal nessa altura fazia parte da EFTA e previa-se que entraria na CEE primeiro que Espanha, facilitando assim o acesso aos  mercados europeus. Com essas previsões fomos a primeira empresa do sector a criar um departamento de exportação em 1985.

A criação de filiais internacionais continua a seguir um rigoroso e gradual processo de assentamento que começa com a exportação, acordos de distribuição e consolidação da relação com clientes estáveis. No final, constitui-se a filial com o  objectivo de que a marca Televés acabe por ser uma marca local no desenvolvimento desse mercado.

A Televes Corporation possui nove filiais internacionais estabelecidas nos principais mercados Europeus, mais Estados  Unidos, Emiratos Árabes Unidos e China. É esta a estrutura ideal para fazer chegar os produtos da Organização a cerca de 90 países?

A Televés deve associar-se sempre ao fabrico na Europa, desenvolvimento tecnológico, qualidade e serviço, assim como  apoio ao instalador profissional e proximidade aos mercados. Por isso, quando se fala dos principais mercados de exposição da nossa marca, é vital contar com recursos comerciais e técnicos in-situ para os atender. Essa presença local,   complementa-se com o departamento de exportação para atender em conjunto a mais de 100 países dos cinco continentes. O desenvolvimento tem sido tal que nos últimos anos já consideramos Europa funcionalmente como um mercado interno.

Diria que a Televés é uma organização multinacional por vocação ou como resultado das circunstâncias dos mercados?

Na Televés gostamos de competitividade. Uma empresa como a Televés que fundamenta o seu êxito no desenho,  desenvolvimento tecnológico e fabricação própria não seria a multinacional que é, se não tivesse começado a trabalhar com uma clara visão internacional e um desejo em competir em mercados contra as melhores marcas. É o que nos levou a  adoptar o slogan “European Technology made in Europe”. Portanto, diria que graças a uma visão de internacionalização estudada e a uma estratégia de crescimento orgânico sólido essa vocação pode seguir o seu rumo face às circunstâncias dos mercados actuais.


A Televés deve associar-se sempre ao fabrico na Europa, desenvolvimento tecnológico,

qualidade e serviço, assim como  apoio ao instalador profissional e proximidade aos mercados.


Quais os critérios de decisão da Televes Corporation para instalarem uma filial num determinado mercado?

Principalmente o potencial do mercado e a capacidade para desenvolver o nosso produto segundo os standards tecnológicos desse particular mercado, que nos outorga a nossa capacidade industrial. Não menos importante é dispor do recurso humano para o atender, porque consideramos chave os desenvolvimentos de componentes humanos locais.

Como compete a Televés com empresas locais já estabelecidas nesses mercados internacionais?

A Televés é capaz de competir não só em mercados tecnologicamente díspares, mas também com competidores muito  heterogéneos. É o caso, por exemplo do mercado alemão onde a nossa filial partilha o mercado com as empresas do nosso sector mais vanguardistas a nível mundial. O conhecimento tecnológico que acumulamos nos processos de fabrico robotizado, miniaturização electrónica e automatização industrial geram uma capacidade de fornecimento, uma flexibilidade na evolução de produtos e uma atenção a mercados muito apreciada pelos nossos clientes mais locais. A exemplo disso estão os numerosos reconhecimentos e prémios que estão a receber os nossos produtos premium como os medidores de campo H60 e H30, parábolas QSD, ou antenas DAT HD BOSS em mercados como os EUA, Alemanha ou Polónia.

Em alguma ocasião existiu a intenção da Televes Corporation de abrir uma filial na Russia. Até que ponto este projecto  está maduro?

Levamos tempo a trabalhar com países da antiga União Soviética. A Rússia é um mercado com grande potencial na qual se estão a cumprir as etapas de formação de filial anteriormente mencionadas e nos prazos fixados desde um principio. A vocação internacional da Televés encaixa perfeitamente com este mercado e cabe esperar a criação de uma filial na Rússia num curto prazo.

E a América Latina? Existem projectos a curto e médio prazo para incrementar a presença do Grupo nesta região tão  próxima no idioma e na cultura?

Essa proximidade associada ao idioma e à cultura não a encontrávamos até agora no que respeitava ao âmbito tecnológico. Mas de forma análoga como é o caso do mercado dos EUA, onde existe filial desde 2005, também estamos a considerar diversas possibilidades no mercado Latino-americano, onde aliás levamos alguns anos a posicionar a marca Televés dentro do âmbito dos diferentes Operadores do continente.

Recentemente, a Televes UK obteve um grande êxito ao converter-se num fornecedor de filtros RF para assegurar a boa “convivência” entre TDT e 4G. Que outras concretizações comerciais recentes das diferentes filiais destacaria?

Sem dúvida que se podia mencionar concretizações relevantes, como o fornecimento de filtros LTE pela Televés UK em 2013 ao consórcio de operadores formados por O2, Vodafone e E&E, assim como outros mais prolongados no tempo como o  desenvolvimento de parte considerável da rede de reemissores e gap-fillers TDT de baixa potência na França, ou inclusivamente instalações de referência mundial como os estádios de futebol do Juventus Arena ou o Giusseppe Meazza em Itália. Sem dúvida que eu destacaria a contribuição sustentada das filiais à consolidação da Televés como uma das multinacionais mais reconhecidas e reputadas no nossos sector a nível mundial  

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Formacion 

As Fontes de Alimentação são todas iguais?

Descorar a qualidade de uma fonte de alimentação e ter o preço como factor decisório
aquando da sua escolha pode tornar a solução mais cara e criar dissabores adicionais.


Fontes de alimentação domésticas
Na hora de fabricar um dispositivo electrónico, existem três aspectos básicos a ter em consideração: projecto eléctrico, a  escolha de componentes e o desenho da placa de circuito impresso.

Fonte comutada
No caso das fontes de alimentação, e relacionando com o primeiro aspecto mencionado, pressupõe-se que as fontes  comutadas são as únicas a ter em consideração. Alimentar dispositivos ininterruptamente com fontes lineares, ineficientes  energeticamente é não ter em conta o meio ambiente por todos os custos associados a este tipo de tecnologia.
No entanto nem todas as fontes comutadas são iguais.

Televés vs. Outros

Os componentes
A escolha de componentes é uma tarefa básica em todos os dispositivos, mas poderá tornar-se crítica em fontes de  alimentação de SMATV.

Por estar em funcionamento contínuo e por poderem estar instaladas em locais com ventilação escassa e por processar  energia, os componentes aplicados numa fonte de alimentação têm que suportar condições ambientais extremas. Entre os componentes a considerar, os mais críticos são os condensadores electrolíticos cujo calor provoca um envelhecimento prematuro originando possíveis falhas no funcionamento global da fonte de alimentação.

A alta qualidade do componente implica especificações extremamente exigentes em durabilidade e ampla gama de voltagem de funcionamento com baixa impedância eléctrica. Portanto a qualidade dos componentes condiciona a fiabilidade da fonte de alimentação, assim como o seu custo.

A avaria mais típica nas fontes comutadas é provocada por descargas eléctricas. A escolha de componentes activos com gamas baixas de tensão de funcionamento, assim como a implementação de protecções adicionais reduz a probabilidade de surgirem este tipo de avarias. Nos laboratórios da Televés e apenas relativamente a fontes de alimentação existem protocolos estritos de ensaios que permitem assegurar a capacidade em suportar valores de descargas eléctricas muito superiores aos legalmente exigidos.

O circuito
Nem tudo se garante num esquema eficiente e componentes de qualidade. Se o circuito estiver implementado de forma  ineficiente, os parâmetros das características dos componentes ultrapassam os seus limites de funcionamento. De nada vale ter bons componentes se estão distribuídos de forma deficiente na placa de circuito impresso.

Voltando ao exemplo dos condensadores electrolíticos. Um condensador vê reduzido em cerca de 60% o seu tempo de vida útil se em vez de funcionar sob 60ºC, passar a funcionar sob 70ºC. Isto é, esta diferença de temperatura leva que o  condensador funcione durante 10 ou 4 anos.

A Televés, dispõe de fontes de fabrico externo como complementos de outros dispositivos.
Nenhuma delas esteve à altura da qualidade exigida pela Televés, razão pela qual se decidiu pelo desenho e fabrico próprios ainda que afectando o custo do preço final. O desejo de melhoria dos serviços prestados ao cliente originaram o surgimento das novas fontes comutadas.

Se existe algo que caracteriza a Televés, é a qualidade do circuito que incorpora nos seus produtos. Sempre na vanguarda tecnológica, a Televés foi pioneira no fabrico de dispositivos SMATV através de componentes SMD.

A criteriosa escolha destes componentes SMD e a experiência no fabrico de circuitos, fazem das fontes de alimentação Televés uma garantia de eficiência e qualidade.

Teno o preço como principal objectivo, encontram-se fontes de alimentação no mercado que, de fabrico manual e com controlo de qualidade delegado em quem as adquire como acessório de um equipamento, funcionam sob condições muito particulares; se por qualquer razão algum parâmetro varia (tensão de entrada, carga, temperatura, etc.), são candidatas a  avarias que no melhor dos casos, só afecta à própria fonte. Estes dispositivos acabam por entregar potência de uma maneira mais ou menos eficiente. E, funcionar, funcionam! Não se sabe até quando e com que consumos energéticos  

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Ideas

Antena QSD 750 com LNB Monobloco 6º


A recepção de sinais de mais que um satélite através da mesma parábola fixa é uma  mais-valia que a Televés inventou em 1988.

Com dois ou mais LNB’s instalados no mesmo sistema reflector e ligados a um comutador DiSEqC, é possível aceder aos programas de vários satélites através de um único receptor de satélite digital.

Para as Antenas Satélite QSD de alta qualidade, a Televés disponibiliza um  conjunto de acessórios para um acesso multi-satélite. Para o efeito o suporte 790901 e 790902  permitem adaptar a Antena à recepção de satélites a um acesso a satélites que distam no máximo 20º.

Dos satélites mais utilizados e com conteúdos gratuitos mais apetecíveis estão o Astra  19.2ºE e o Hotbird 13.0ºE, distando estes apenas 5.8º. Com a vantagem destes dois  satélites distarem de aproximadamente 6º, a Televés disponibiliza no mercado o LNB Monobloco 7611 criado especificamente para este conjunto e adaptado às parábolas de 800mm. Apesar da Antena QSD 750 79002 ser pouco mais pequena que a de 800mm, a realidade é que o conjunto desta Antena com o LNB Monobloco adapta-se na perfeição para recepção dos dois satélites referidos e com parâmetros de qualidade de sinal excepcionais.

Uma vantagem quanto à facilidade de instalação, redução da quantidade de equipamento a instalar e claro está na simplicidade do sistema    

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Instalacion 

Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa)


A Fundação Calouste Gulbenkian criada em 1956 é uma instituição portuguesa reconhecida internacionalmente.  Recentemente as suas instalações, em Lisboa, sofreram uma remodelação ao nível das infra-estruturas de distribuição de  sinal de televisão.

Com o objectivo de disponibilizar vários sinais internos na rede de cabo coaxial provenientes de fontes Áudio/Vídeo e HDMI,  nos vários televisores existentes, a infra-estrutura possui agora uma solução Televés capaz de distribuir os sinais com a mais alta qualidade.

A existência de televisores mais antigos na instalação sem a possibilidade de descodificação de sinais digitais obrigou à implementação de uma solução hibrida. Ou seja, ter em simultâneo conteúdos modulados em PAL e em COFDM.

Assim nos Moduladores AV/PAL TWIN de Banda Lateral Vestigial T.0X ref.5806 disponibilizam 6 programas analógicos, enquanto os 3 Moduladores Digislot DVB-T ref.554611 equipados com Encoders com entradas AV e HDMI (ref.554811 e ref.554813 respectivamente) encarregam-se dos mesmos conteúdos em formato digital.

Na rede de distribuição troncal foi implementada a série intempérie, Fonte de Alimentação de 55Vac, ref.5546 e Amplificadores híbridos tele-alimentados ref.4513

Realizada por:

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MEDIDOR CRIADO PARA O OPERADOR DE CATV REF.593101
MEDIDAS REMOTAS


Máxima funcionalidade

com dimensões mínimas

Medidas Analógicas/Digitais com “Quality Check Marks” , Medidas no canal, Varrimentos, Função TILT, Diagramas de Constelação, Analisador de Espectro, Voltímetro, HUM, Identificação de serviços, DataLogger, etc.
Detecção automática de parâmetros ITU-T J.83 Anexos A/B/C sem a necessidade de setup prévio.
Espectro de 1 GHz de largura com selecção de canal ou frequência.
 

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