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FAQ 412-2007-pt

Colunas SMATV nas ITED - Terrestres+DTH (TV Cabo e TVTEL)

Respuesta: 

Mais um operador por sat√©lite, servi√ßo DTH, poder√° surgir brevemente no mercado portugu√™s. Actualmente dispon√≠vel no sat√©lite Hispasat 30¬ļW, o servi√ßo DTH da TV Cabo pode ser injectado conjuntamente com os sinais terrestres na rede colectiva de cabos coaxiais, raz√£o pela qual os elementos passivos e activos da mesma dever√£o ter especifica√ß√Ķes NQ2b (5-2400 MHz). Anuncia-se para breve um novo operador DTH por sat√©lite para o territ√≥rio portugu√™s. Indo ao encontro de premissas e objectivos do Manual ITED, lei em vigor desde de Janeiro de 2005, onde se aponta concretamente que dever√£o ser atingidos os seguintes objectivos:


- Adequa√ß√£o √† liberaliza√ß√£o das telecomunica√ß√Ķes e √† Banda Larga nos edif√≠cios;
- Actualização do quadro de referência tecnológico ?
- Adopção das Normas Europeias aplicáveis;
- Conformidade com o princ√≠pio de reconhecimento m√ļtuo, no que concerne a materiais, dispositivos e equipamentos;
- Facilidade de acesso e promoção da plena concorrência;
- Rentabilização das infra-estruturas.
Pelo acima apontado, torna-se pertinente que a Rede Colectiva de Cabos Coaxiais possibilite a todos os usu√°rios de uma instala√ß√£o aceder sem limita√ß√Ķes a qualquer operador de DTH ou CATV, desde que estes estejam dispon√≠veis no local onde se efectuar√° a mesma. O servi√ßo de DTH, sendo emitido via-sat√©lite, cobre todo o territ√≥rio continental e ilhas, fazendo depender a respectiva qualidade de capta√ß√£o apenas do di√Ęmetro da antena a utilizar. A mistura e tratamento dos dois tipos de sinal ? FI (950 ? 2400 MHz) e MATV (5 ? 862 MHZ) - ocorre ao n√≠vel do ATE superior, propondo a Telev√©s duas solu√ß√Ķes.


A primeira passa por combinar os sinais de recepção terrestre, os possíveis modulados internamente ? vídeo porteiro (por ex.) - e os sinais de satélite dos dois operadores ( TV Cabo e TVTEL ) num só cabo e desta forma aproveitando a coluna de SMATV da rede coaxial distribuir em conjunto o sinal dos dois operadores DTH (fig. 1), rentabilizando-se assim as ITED já instaladas.
Ao nível do usuário final este teria em todas as tomadas da habitação, as ligadas ao repartidor SMATV do ATI, disponíveis os dois operadores, dependendo apenas do equipamento de sintonia o acesso a um operador ou ao outro.


Facilitando o acesso e promo√ß√£o plena da concorr√™ncia, surge a segunda solu√ß√£o, sobretudo para novos projectos ITED. Prop√Ķe-se, √† semelhan√ßa do que pode ocorrer em CATV, a instala√ß√£o de duas colunas, para SMATV. A cada uma destas corresponder√° um servi√ßo de DTH (TVCabo ou TVTEL) e em ambas estar√£o combinados os sinais terrestres (fig 2). Nesta infra-estrutura chegar√£o pelo menos 3 cabos coaxiais ao ATI. Dois surgir√£o das colunas de SMATV e outro da coluna de CATV. Duas possibilidades se aventam para as liga√ß√Ķes coaxiais de entrada no ATI. Se o ATI possuir apenas 2 repartidores (SMATV e CATV), apesar de este apresentar obrigatoriamente espa√ßo para um terceiro, o mesmo n√£o pode n√£o constar no ATI. Se
esse for o caso, os dois cabos coaxiais provenientes das duas colunas independentes de SMATV terminarão num comutador coaxial DiSEqC (Ref. 7268) que servirá de gestor intermédio de serviços DTH. À respectiva saída liga-se a entrada do repartidor SMATV presente no ATI. Dependendo do operador e do receptor chegará ao comutador uma determinada ordem que proporcionará nas saídas do repartidor o serviço, de um dos dois operadores DTH, combinado sempre com os sinais terrestres (fig. 2). Quando o ATI possui 3 repartidores (SMATV1, SMATV2 e CATV) os três cabos coaxiais provenientes da coluna terão como pontos terminais cada um dos
repartidores assinalados. Este particular agiliza a instala√ß√£o do usu√°rio de tal modo que este poder√° ter um receptor de cada um dos operadores DTH a funcionarem em simult√Ęneo e de forma independente.

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