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0437-2013

Finalmente a Televisão Digital Terrestre Livre

Descri√ß√£o: 

Estão no ar as emissões digitais terrestres de televisão. São 15 os pontos de emissão que arrancaram em simultâneo, 13 no continente e 2 nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira, no passado dia 29 de Abril.
Compete à Televes, como líder de mercado e orientadora de tendências do mesmo, a tarefa de formar a sua rede de fiéis instaladores capacitando-os convenientemente para a resolução dos novos desafios que a
Televisão Digital Terrestre Livre (TDTL) lhes vai proporcionar.

Desafios que para além de estimulantes quanto às questões técnicas mais ou menos complexas que os envolvem, são oportunidades de negócio que todos os técnicos deverão agarrar com atitude profissional.
Alguns de vocês certamente que já têm conhecimento que a Televes tem em rota, em Portugal, um camião totalmente equipado e preparado para a recepção digital terrestre e satélite seja Definição Standard (SD) seja Alta Definição (HDTV). Entre em hdtvtour.com e acompanhe-nos no lançamento da TDTL em Portugal. Seja um dos pioneiros! Pelas actuais localizações dos emissores da TDTL e pelas inerentes preocupações que devemos ter na altura em que ajustamos um sistema de recepção digital terrestre livre, alertamos desde já para as seguintes premissas base:
O Sinal Digital na desmodulação sofre processos abruptos de falha. Ou temos IMAGEM ou abruptamente temos ECRÃ NEGRO. Não existe a degradação gradual como na tecnologia analógica.
Pelo anterior está claramente justificado que nunca saberemos a que distância estará a falha se não utilizarmos um Medidor de Campo capaz de aferir:
BER, Bit Error Rate – Relação entre quantidade de bits errados durante um período de tempo e a quantidade total de bits transmitidos nesse mesmo período de tempo. No caso das transmissões dos sinais digitais terrestres em que o modo de modulação utilizado é o COFDM a medida de BER pode ser

 

efectuada em dois diferentes estágios da desmodulação/ descompressão.
À medida BER efectuada antes do circuito de correcção Viterbi, dá-se o nome de CBER e nesse não se deverão admitir valores de erro superiores a 1x10-5. À medida BER efectuada depois do circuito de correcção Viterbi, dá-se o nome de VBER e nesse caso não serão de admitir valores inferiores a 1x10-6.
Uma vez que a medida CBER reage muito mais rapidamente às reais variações da qualidade do sinal digital aconselha-se claramente esta medida em detrimento da VBER.

C/N – Relação Portadora Ruído. Este parâmetro indicanos a diferença em dB entre o valor da portadora que transporta o sinal digital e a base de ruído sobre a qual essa portadora se aloja.
Valores iguais ou superiores a 25 dB deverão ser conseguidos como forma de garantia de uma recepção digital perfeita.

 

 

 

MER – Relação do erro da modulação.
Este parâmetro caracteriza em dB a precisão dos vectores que modulam em Fase e Amplitude as portadoras COFDM. Deverão ser superados, para a modulação COFDM, valores de 22 dB.
A Emissão Digital Terrestre Livre nem sempre se processa nos mesmos locais onde hoje ocorrem as emissões dos Sinais Analógicos.
A Antena utilizada para a recepção analógica, apesar de responder em UHF pode não responder concretamente à banda V e mais propriamente aos canais das Emissões Digitais Terrestres Livres. (ver canais de emissão abaixo no quadro). Este facto pode originar a necessidade de instalação de uma segunda antena de recepção, se o cliente optar pelas recepções analógica e digital em simultâneo.
Claramente pelo menos duas soluções individuais se identificam como de aplicação típica para a maioria dos sistemas de recepção Simulcast. – Recepções Analógica e Digital em simultâneo.

 

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