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2010-006 pt

TDT - Televisão De Todos e para todos  

Descrição: 

O enquadramento legal comunitário define prazos para as implementações das Redes de Nova Geração e também para o Arranque da Televisão Digital Terrestre e graças ao mesmo Portugal está a viver uma fase acelerada, de transformações tecnológicas, muito próxima do limite temporal estabelecido.


 

Estas alterações de contexto tecnológico só servirão como catalizador da economia das pequenas e médias empresas dedicadas ao fabrico, distribuição e instalação de produtos de telecomunicações caso exista equidade e isenção nas decisões superiores.
No passado dia 12 de Julho, a ANACOM aceitou o pedido de revogação dos Direitos de Utilização de Frequências Associadas aos MUXes B a F solicitado pela Portugal Telecom Comunicações SA, o que por outras palavras significa que não haverá nos anos mais próximos TDT por assinatura em Portugal.

Trata-se de uma má noticia para todos os Portugueses assim como para a própria TDT que vê assim anulado um factor que se previa de dinamização, divulgação e impulsionador, da mudança do Analógico para o Digital por parte da população, assim como das emissões broadcast livres à semelhança de toda a Europa tecnologicamente desenvolvida.

Aquando da consulta pública da Decisão da ANACOM relativa à supra referida revogação, a Televés Electrónica Portuguesa, contestou a dita decisão, tendo sido nesse aspecto o único fabricante a fazê-lo em defesa de todos os actor es passivos e activos do mer cado (fabricantes, distribuidor es, instaladores, projectistas e consumidores), marcando mais uma vez a sua posição de líder de mercado.

O documento apresentado pela PTC como justificativo da necessidade de revogação pautava-se por uma falta de rigor técnico que a Televes não podia deixar de contestar . Alegava a PTC que as agora existentes ofertas de satélite em DTH se tornaram tão competitivas que seriam sempre mais baratas para o consumidor do que uma oferta idêntica em TDT. Esta afirmação é um insulto e uma falta de respeito por todos os técnicos instalador es que trabalham diariamente no mercado da recepção TV, e o que mais choca é que a ANACOM (órgão regulador) não a contestou. No entanto e como já foi dito a Televes contra argumentou:

  • Pelo gráfico seguinte podemos verificar a evolução dos custos dos 2 tipos de instalação numa moradia relacionados com os pontos de ligação independentes (tomadas coaxiais) disponíveis nessa mesma moradia. Está claramente explicito que enquanto na recepção TDT o valor se mantém constante e independente do total de tomadas da moradia, para as mesmas condições, de independência e serviços por tomada, o valor na recepção SAT sobe exponencialmente.
  • Não poderá ser esquecido que o manual ITED, em vigor desde de 2004 actualizado em 2009, obriga a colocação de uma tomada coaxial em cada divisão da habitação. Esta faculdade é integralmente aproveitada quando a instalação é TDT não necessitando o cliente final de nenhuma alteração suplementar ao executado inicialmente e por conseguinte nenhum custo suplementar se associa à recepção TDT.
  • Mais elaborada e custosa será a instalação Satélite com as mesmas garantias técnicas e independentes para o mesmo total de tomadas assinalado no ponto anterior.
  •  A PTC tem como compromisso em algumas cidades e vilas disponibilizar cobertura indoor para a TDT. Se existia, e muito bem, esta preocupação para que a cobertura possibilitasse uma recepção indoor, não faz nenhum sentido dar como opção a estes utilizador es a plataforma Satélite.
    Sabe-se claramente qual foi o objectivo da necessidade de cobertura indoor – salvaguardar o impacto visual em localidades e ambientes cujas belezas arquitectónica e natural se devem preservar.
  • A plataforma TDT é a única entre todas, Cabo, IPTV, Fibra, Satélite, que não obriga à utilização de equipamento suplementar ao TFT ou Plasma para a respectiva desmodulação por parte do utilizador final, uma vez que estes equipamentos já possuem desmodulador COFDM (MPEG-4 H264) embebido. Mesmo para o caso da recepção e desmodulação de sinais TDT por assinatura (codificados) estes equipamentos já possuem, obrigatoriamente a partir de uma diagonal de 26’’, um alojamento para o CAM (conditional access module) do operador. Nesta solução será competência do operador disponibilizar no mercado a venda de assinaturas com recurso ao CAM à semelhança do que se passa em Espanha, França, Itália, ….
  • Só com a plataforma TDT disponível é que estão garantidos os direitos do consumidor aceder a um mercado concorrencialmente livre.
  • Que outra tecnologia permite elevados graus de agilidade na Mobilidade e Portabilidade quanto a TDT? Nenhuma das outras tecnologias aqui em discussão o possibilita. E aqui estão em causa os serviços na 2ª Habitação, o retir o de férias (campismo, casa de campo, …) onde será muito mais fácil ao utilizador ligar um CAM, ou o próprio Plasma ou TFT, do que instalar um provisório sistema de recepção Satélite.
  • Em edifícios colectivos, onde está obrigatório desde 2004, desenvolver instalações de MATV a solução TDT é a de mais fácil implementação e é a que desde logo está pre-sente em todas as tomadas coaxiais integralmente com todos os serviços que disponibilize. A disponibilidade integral desta tecnologia não depende do total de tomadas nem da tipologia da rede coaxial. As restantes plataformas dependem, não só de acessórios externos à própria rede já instalada
    – Settop box, ONT, Comutadores Satélite – como também se tornam de complexa execução à medida que o total de tomadas, com necessidade de serviço disponível, vai aumentando.

     

Outras justificações existem e caso esteja interessado em conhece-las a Televes disponibiliza-lhe o documento integral de contestação.

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