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Documentação

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Informa 38 (Junho 2010)

  Sumário:

  • Divulgação: Cast 60 - 1000 licenças +
  • Perguntas Frequentes: Os Repartidores Gerais de Cabos Coaxiais RG-CC, de um edifício colectivo têm de ser dimensionados obrigatoriamente em estrela? + 
  • Novidades de Produto: Central Minikom para sistemas SMATV Tomadas mistas +
  • Fotos curiosas +
  • Dica: Soluções de fibra para infra-estruturas com limitação de passagem de cabos coaxiais +
  • Instalaciones reales: Centro Stórico de Miranda de l Douro +
  • Formação: A escolha de um padrão tecnológico: COFDM +

 

Cast 60 - 1000 licenças

O sucesso do software Cast 60 ITED dedicado a projectistas, instaladores e a todos aqueles que necessitarão de uma ferramenta capaz de efectuar cálculos para o ITED atingiu o número 1000 em licenças de utilização fornecidas pela Televes recentemente com o Senhor Artur de Sousa Ramos de Setúbal.
O software simples e intuitivo ao nível do utilizador, permitindo funções tais como o desenho de esquemas, medição do nível de qualidade e atenuações aos

 

canais ou frequências desejados, exportação para outros tipos de ficheiros de cálculo ou desenho conta agora com uma nova versão especialmente dedicada ao ITED 2ªedição.
Brevemente quando estiver a utilizar o Cast este informar-lhe-á da disponibilidade desta nova versão, e bastará aceitar a descarga automática da nova versão.
Para os novos utilizadores bastará solicitar um novo Username via e-mail para assistenciatecnica@ televes.com

 

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Central Minikom para sistemas SMATV


A nova Central Minikom para sistemas SMATV (MATV+SAT), Ref.5396 é das únicas centrais onde é possível controlar a alimentação do LNB pelo receptor de satélite. Dispõe de 4 entradas para a amplificação de BI/FM, BIII/DAB, UHF e FI com ganhos entre os 20 e os 42dB.

 
 
 
Dispõe de configuração seleccionável através de interruptores (switch) para:
Entradas para BI ou FM
Passagem de corrente para alimentação de prés em todas as entradas
Controlo do LNB localmente ou remotamente através do receptor de satélite.
Possui uma saída de teste para não ser necessário desligar a instalação durante a manutenção/reajuste e na presença de sinal à saída da central, acende-se um led para indicação do mesmo
 

 

Tomadas mistas


“Recomenda-se o uso generalizado de tomadas mistas, ou de espelho comum, tornando-se assim mais fácil a instalação, com valorização do aspecto estético. As caixas de aparelhagem, obrigatoriamente de fundo superior a 55 mm, devem estar adaptadas a este tipo de tomadas.”
2º Manual ITED
A Televés pioneira no desenvolvimento da tomada mista referida no anterior manual ITED apresenta agora a solução que vai ao encontro das especificações e recomendações do 2º manual ITED. Um espelho embelezador para tomadas coaxiais onde através de um único ponto, é possível ter-se na normal tomada coaxial, uma tomada RJ45 categoria 6.
Nas cozinhas e quartos das fracções residenciais ter-se-á que instalar 2 tomadas RJ45 e uma coaxial como mínimo. Com o objectivo de disponibilizar os serviços de TV via coaxial ou por IPTV, este será o conjunto mais adequado às novas necessidades, Tomada Coaxial + Tomada de Par de Cobre numa única caixa de aparelhagem.
A Zona de Acesso Privilegiado (ZAP) da instalação obrigarà a concentrar de 2 tomadas por tecnologia num único ponto. A solução da tomada mista permite passar de uma instalação com 6

 
 
caixas de aparelhagem para apenas 3 num único ponto, considerando a instalação das 2 tomadas de fibra óptica também numa única caixa de aparelhagem.

Dispõe de configuração seleccionável através de interruptores (switch) para: Entradas para BI ou FM Passagem de corrente para alimentação de prés em todas as entradas Controlo do LNB localmente ou remotamente através do receptor de satélite.
Possui uma saída de teste para não ser necessário desligar a instalação durante a manutenção/reajuste e na presença de sinal à saída da central, acende-se um led para indicação do mesmo.
A era da banda larga e o surgimento da fibra óptica no sector das telecomunicações vem alterar completamente a filosofia que existia quanto à adequação das tomadas terminais com os
  espelhos coincidentes, da aparelhagem eléctrica. Preferir 3 embelezadores que são diferentes da restante aparelhagem, mas que ficam ocultados pelo mobiliário ou TV é sempre mais vantajoso do que considerar-se um “comboio” de tomadas necessárias para a ZAP que ficam visíveis porque o tamanho do móvel ou da TV não é suficientemente para as ocultar.
Os embelezadores RJ45 Cat6, Ref. 5275 e Ref.527401 permitem através de um simples sistema de fixação por pressão, inserir a tomada RJ45 (já incluída) no suporte plástico. Este suporte fixa-se ao chassis da tomada utilizando-se para tal o orifício inferior reservado ao parafuso que suportaria a garra.
A Ref.5275 adapta-se mecanicamente à nova Tomada Global ITED, Ref.5250 que possui 3 saídas – conector IEC macho para TV, IEC fêmea para FM e conector F macho para DADOS e SATÉLITE.
A Ref.527401 adapta-se mecanicamente à Tomada Separadora - TV/FM-SAT ITED, Ref.5226 que possui 2 saídas – conector IEC macho para TV/FM e conector IEC fêmea para SATÉLITE.
Ambas os embelezadores possuem descrições de acordo com as tomadas coaxiais
 
 

 

Os Repartidores Gerais de Cabos Coaxiais RG-CC, de um edifício colectivo têm de ser dimensionados obrigatoriamente em estrela?

Não. A rede de distribuição colectiva de SMATV de Cabos Coaxiais pode ser em Estrela ou em Cascata. No entanto recomenda-se uma distribuição em cascata pelas seguintes razões:
Menor quantidade de cabo coaxial necessário;

 

Maior equilíbrio de sinal entre pisos;
Mais fácil identificação de cabos coaxiais;
Maior isolamento entre saídas com a rede de derivadores, blindando cada instalação relativamente a deficientes utilizações em outras fracções

 


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Já lá vai o tempo em que os pais proibiam os filhos de ver televisão caso estes não fizessem os trabalhos de casa.
Agora são os próprios pais que tiram os lápis aos filhos para manufacturar antenas interiores para estes verem televisão
 

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Soluções de fibra para infra-estruturas com limitação de passagem de cabos coaxiais
A impossibilidade de execução de uma instalação esbarra muita das vezes na limitação das infraestruturas de tubagem. A passagem do número de cabos para o interior da instalação é normalmente o primeiro entrave.
No artigo da DICA do Informa nº36, apresenta-se uma solução para uma instalação com 4 sinais de satélite presentes nas tomadas coaxiais da instalação, em que, a solução obrigava à passagem para o interior de 4 cabos coaxiais, 1 para os sinais terrestres e 4 para satélite.
Em situações particulares em que

 

 

 existe uma limitação na dimensão da tubagem na ligação das antenas aos equipamentos de distribuição, é possível adoptar-se uma solução em que a passagem dos cabos coaxiais do sistema satélite é substituída por 1 cabo de fibra óptica monomodo de apenas 3mm de espessura. Este cabo interliga directamente o LNB óptico ref.2353 ao Receptor Óptico Quad MDU, ref.2351, que disponibiliza as 4 saídas coaxiais necessárias para a instalação.
A solução é equivalente independentemente da dimensão necessária para as saídas coaxiais, uma vez que o cabo de fibra óptica necessário à saída do LNB é único

 


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Centro Stórico de Miranda de l Douro

A Televes associa-se ao reconhecimento do Mirandês como Língua Oficial em Portugal. Como multinacional de origem Galega, a Televes, demonstra assim a sua capacidade de adaptação às particularidades de um pais como Portugal e de uma região como o Alto Douro.
 
O centro Histórico de Miranda do Douro, pode agora ver televisão digital. A actualização do bastidor existente com 6 MUX, através dos processadores digitais ref. 5179, permite agora a todos habitantes do centro histórico ligados à rede, a visualização de mais de 20 canais TDT Espanhóis e num futuro muito próximo os 4 canais nacionais. A instalação foi promovida pela Câmara Municipal de Miranda do Douro e realizada pela empresa Tien21 de José Oliveira Cangueiro.
“È interessante ver televisão em Miranda do Douro”

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A escolha de um padrão tecnológico: COFDM
Definir um padrão tecnológico e universal para a transmissão de sinais de televisão pode não ser uma tarefa fácil, principalmente num mercado de abrangência ampla onde estão inseridos vários agentes como os fabricantes, operadores, instaladores e principalmente os utilizadores finais. A complexidade pode tornar-se ainda maior quando o padrão pode introduzir mudanças no cenário económico. Pois estes mercados exigem uma actuação governamental com o objectivo de regulamentar e viabilizar a criação de um padrão e equilibrar conflitos de agentes envolvidos, sejam directos ou indirectos.

Não existem dúvidas que a televisão digital aniquilará por completo os sinais analógicos que prevaleceram durante o passado século XX. A superior qualidade de vídeo e áudio, os serviços adicionais como o EPG ou a interactividade, a menor ocupação espectral e uma consequente adição de serviços contribui para que assim o seja.
O mercado europeu utiliza a modulação COFDM com codificação MPEG2 ou MPEG4, como o caso do mercado Português para a difusão hertziana da TDT que adoptou a codificação MPEG4 H.264 que num futuro próximo os televisores existentes nos milhares de lares portugueses serão capazes de sintonizar directamente através do cabo coaxial.
Oferecer diversos serviços e disponibilizar os mesmos num único padrão tecnológico sem a necessidade de qualquer equipamento adicional junto do televisor como um receptor de satélite, Set-Top-Box de operador de satélite ou terrestre, moduladores domésticos, etc… é hoje uma realidade tangível bastando para tal que a TV possua descodificador DVB-T integrado e com a norma MPEG4/H.264.
Os países Europeus com sinais de TDT disponíveis, têm no mínimo uma dezena de conteúdos e acesso a canais por subscrição. Então, a que serviços podemos aceder no nosso País? A unificação é cada vez mais uma realidade no espaço Europeu e certamente não será Portugal a criar regimes diferenciadores no rque respeita o sector das Telecomunicações, e, em particular ao standard de transmissão de Televisão e à diversificação quanto à oferta dos mesmos, sejam estes de acesso gratuito ou condicional.
Tecnicamente é hoje possível ter-se um acesso aos seguintes conteúdos:
Canais TDT livres
Os 4 serviços gratuitos disponíveis de forma gratuita, bastando a instalação da antena UHF e respectivo sistema de amplificação do sinal. Neste Mux existe ainda disponível um canal HD que neste momento está sem

  qualquer emissão. Com esta emissão HD no ar de certeza que seriam desde já muitos mais os portugueses a sintonizarem a TDT
Canais TDT por subscrição
Sem qualquer Set-Top-Box, equipamento adicional ter-se-á mais mobilidade e caso o televiso não esteja preparado, será sempre possível escolher uma Set-Top-Box no mercado de acordo com a qualidade, funcionalidades e preço oferecido.
Este tipo de ofertas de serviços na Europa é vulgar.
Canais livres provenientes de Satélite modulados em COFDM
É possível adicionar à instalação uma oferta de serviços suplementar para além dos serviços da TDT. Com o módulo Ref.5181 é possível transmodular um qualquer transponder de satélite com serviços SD ou HD e disponibilizar os mesmos ou apenas parte na rede coaxial. Com a mesma qualidade digital é possível aceder directamente de forma livre na TV a canais que muitas das vezes estão incluídos nos bouquets dos operadores.
Este módulo DVB-S2 COFDM permite também ser utilizado para canais codificados permitindo o seu acesso apenas às TV’s com CAM instalada.
Canais por subscrição provenientes de Satélite modulados em COFDM
Da mesma forma que é possível aceder a conteúdos por subscrição directamente na TV através da aquisição da CAM, se presentes em instalações Hoteleiras, Lares ou mesmo condomínios poderá não fazer muito sentido a existência de uma CAM
  por televisor.
Após o estabelecimento de um acordo com o operador é possível transmodular os serviços de DVB-S ou DVBS-2 para COFDM como no caso anterior, e proceder à respectiva desencriptação do sinal. Ou seja colocar serviços pagos na rede coaxial em COFDM provenientes de uma antena de satélite. Isto é possível através da Ref.5633, Transmodulador DVBS2-COFDM C.I.
Canais Modulados em COFDM
A pretensão do dono de obra em inserir conteúdos na rede coaxial, como um canal com a imagem do videoporteiro, câmaras de CCTV ou conteúdos próprios como o exemplo de muitas estâncias hoteleiras cria novas necessidades de produtos. A pensar nestas situações a Televés desenvolveu um conjunto de equipamentos que concilia os sinais analógicos com televisores TDT MPEG2/MPEG4.
O Encoder MPEG, Ref.5541 disponibiliza 4 entradas de sinal A/V completamente independentes, permitindo diferentes graus de qualidade em função do tipo de serviço. A configuração é realizada através do teclado frontal ou remotamente através de protocolo IP. A saída deste é ligado ao Conversor ASI-COFDM, ref.5540 que gera um sinal em COFDM de acordo com os parâmetros programados no Encoder.
O ponto de viragem para o digital faz do sinal modulado em COFDM, um padrão tecnológico único utilizado na transmissão e sintonia de serviços pelo televisor, pelo menos do ponto de vista técnico..

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