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infoteleves-117-junho
- Informação geral: Um fabricante integral para as infraestruturas do presente e do futuro
- Entre nós: Iago Dafonte, Sales Area Manager, Televés Internacional
- Televes Corporation: Indra Group e Maxwell Applied Technologies impulsionam novas capacidades de engenharia avançada para defesa
- Novidade de produto: Série A: antenas inteligentes preparadas para a televisão DVB-T2
- Perguntas frequentes: Como é gerida a entrega de potência PoE nas nossas ONUs?
- Instalação real: Residência Qasr Al Bahar Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos
- Televes no mundo: AOTEC, APD e Agora Tech
- Formação: Como escolher os passa-cabos para a cablagem de um rack
- Anúncio: Overlight Series - Engenharia eletrónica e ótica otimizadas, ao serviço da TV
Informação geral
Um fabricante integral para as infraestruturas do presente e do futuro
Nas telecomunicações, cada rede já é uma soma de tecnologias interligadas. Distribuição audiovisual, redes GPON, transporte ótico, conectividade 5G, monitorização, sistemas IoT e plataformas audiovisuais fazem parte de uma mesma realidade operacional. Neste cenário, o verdadeiro valor para o instalador e o operador está em contar com um partner tecnológico integral capaz de responder a projetos cada vez mais complexos.
Este é o modelo one-stop-shop que a Televés promove hoje: um fabricante europeu com capacidade própria de design, fabrico e desenvolvimento tecnológico, capaz de oferecer ao profissional uma proposta unificada, coerente e especializada.
A diferença vai muito além do catálogo de produto. Significa dispor de um único interlocutor técnico e comercial para acompanhar projetos completos, desde a receção e distribuição de sinal até redes óticas de alta capacidade, soluções audiovisuais avançadas ou implementações de cobertura 5G em interiores e zonas de baixo sinal.
A integração de tecnologias de radiofrequência, redes de dados e microeletrónica avançada permite acelerar implementações, reduzir a complexidade e garantir fiabilidade a longo prazo. Uma abordagem industrial e tecnológica orientada para resolver necessidades reais do mercado e aportar um valor cada vez mais decisivo para o setor: segurança tecnológica e confiança.
A complexidade tecnológica das infraestruturas atuais exige uma visão global. O profissional procura fabricantes capazes de aportar soluções tecnológicas transversais, suporte especializado e uma relação próxima durante todo o ciclo do projeto.
Entre nós
Iago Dafonte, Sales Area Manager, Televés Internacional
Conceber e fabricar em Santiago de Compostela dá-nos uma vantagem competitiva, sempre um passo à frente da concorrência.
Em que consiste o seu trabalho?
Como Area Sales Manager da área internacional da Televés, coordeno a atividade comercial em diferentes mercados, como LATAM, Europa de Leste, Turquia e vários países de África.
O meu trabalho consiste em analisar cada mercado, definir estratégias, detetar oportunidades e acompanhar clientes e distribuidores para impulsionar o posicionamento das nossas soluções. É uma função muito dinâmica, que combina desenvolvimento de negócio, visão estratégica e proximidade com o cliente.
Desde quando faz parte da empresa?
Entrei na Televés em junho de 2023. Desde o primeiro momento tive a oportunidade de crescer profissionalmente e desenvolver-me em mercados internacionais graças ao apoio e à confiança da equipa.
O que é mais satisfatório e o que é mais complexo?
O mais satisfatório é ver como uma oportunidade acaba por se transformar em negócio e construir relações profissionais muito enriquecedoras em ambientes internacionais. O mais complexo é adaptar-se à realidade de cada mercado, onde influem fatores culturais, regulamentares e comerciais muito distintos.
Que valores destacaria?
Destacaria a proximidade, a capacidade técnica e o compromisso da equipa humana. Além disso, o facto de concebermos e fabricarmos em Santiago de Compostela permite-nos garantir qualidade, diferenciação e uma visão de longo prazo orientada para aportar valor real ao cliente.
Televes Corporation
Indra Group e Maxwell Applied Technologies impulsionam novas capacidades de engenharia avançada para defesa
A Indra Group e a Maxwell Applied Tech alcançaram um acordo estratégico para reforçar as capacidades de engenharia avançada orientadas para os Programas Especiais de Modernização (PEM) das Forças Armadas. A colaboração representa um novo passo no fortalecimento das capacidades tecnológicas nacionais em áreas-chave para a defesa e a segurança.
Através desta aliança, ambas as empresas combinarão capacidades em engenharia eletrónica avançada, radiofrequência e sistemas de alto desempenho para o desenvolvimento de soluções orientadas para aplicações críticas.
A Maxwell contribuirá com a sua especialização em tecnologias RF e microeletrónica avançada, incluindo sistemas phased array, beamforming, MMICs, encapsulamento avançado e soluções miniaturizadas para ambientes mission-critical.
A aliança estratégica reforça o desenvolvimento de tecnologias críticas em radiofrequência e microeletrónica avançada para programas de defesa de nova geração.
A colaboração permitirá impulsionar capacidades associadas a sistemas radar, guerra eletrónica, SATCOM, counter-UAS e plataformas aeroespaciais e de defesa de nova geração, consolidando também o posicionamento da Maxwell como parceiro tecnológico especializado em tecnologias críticas de elevado valor acrescentado.
O acordo reforça igualmente o compromisso de ambas as empresas com a soberania tecnológica europeia, o desenvolvimento industrial avançado e a consolidação de um ecossistema nacional capaz de responder aos desafios tecnológicos e operacionais do futuro.
Novidade de produto
Série A: antenas inteligentes preparadas para a televisão DVB-T2
A nova série A, composta pela A6, A6 MIX e A9, é uma geração de antenas inteligentes concebida para responder às exigências da televisão DVB-T2 e dos novos conteúdos UHD.
A nova gama combina eletrónica adaptativa, receção otimizada e uma mecânica de elevada durabilidade para melhorar a qualidade do sinal desde o primeiro ponto de receção.
A evolução para emissões DVB-T2 cria um cenário mais exigente para a receção terrestre. A utilização de modulações de alta densidade, como 256-QAM, reduz a distância entre símbolos e aumenta a sensibilidade ao ruído e às interferências, fazendo com que parâmetros como o MER (Modulation Error Rate) sejam determinantes para garantir a estabilidade do serviço. Neste contexto, a qualidade de receção ganha mais relevância do que o próprio nível de sinal, pois quando o MER se degrada, aumentar a potência por amplificação já não é suficiente para manter uma receção estável.
Para responder a este cenário, as novas antenas integram tecnologia BOSS Tech com chip TForce®, baseada em amplificação inteligente com uma figura de ruído muito baixa diretamente no dipolo, o ponto onde o sinal conserva a sua máxima qualidade. Ao amplificar antes de o sinal percorrer o cabo coaxial, minimiza-se o ruído acrescentado e melhora-se significativamente o MER disponível na receção, um aspeto especialmente crítico em emissões DVB-T2.
O sistema inteligente ajusta automaticamente o ganho em tempo real para manter sempre um nível de saída ótimo, adaptando-se a variações provocadas pela distância ao emissor, pelas condições climáticas, pela orografia ou por interferências LTE/4G/5G atuais e futuras. Além disso, o filtro SAW de alta seletividade elimina interferências mesmo no limite superior da banda de TV, garantindo a integridade do sinal e o cumprimento da regulamentação RED.
Série A6
A série A6 foi concebida como uma solução compacta e versátil para instalações convencionais, tanto em ambientes urbanos como rurais. Está disponível na sua versão A6 (ref. 14050X) para UHF, e A6 MIX (ref. 140501) para receção combinada BIII + UHF com regulação independente por banda através de duplo chip TForce®, evitando desequilíbrios entre sinais. O seu design mecânico permite ainda uma montagem sem ferramentas em apenas 30 segundos para A6 e 1 minuto para A6 MIX.
Série A9
A série A9 (ref. 140901) destina-se a cenários de receção exigentes e a zonas afastadas do emissor de TV. Graças à sua elevada diretividade e à otimização eletromecânica do conjunto radiante, amplia a zona de cobertura até 35% face a modelos convencionais, facilitando a receção de sinais fracos sem comprometer a qualidade.
Toda a gama é fabricada com materiais de alta resistência e 100% inoxidáveis: estrutura de alumínio, ferragens em aço inoxidável, grampo de zamak com tratamento anticorrosão e plásticos ABS reforçados com proteção UV e resistência a ambientes salinos. O resultado é uma solução concebida para manter as suas prestações mecânicas e elétricas durante décadas mesmo em ambientes adversos.
Com as novas séries A6 e A9, a Televés aplica a sua experiência em eletrónica inteligente e design de receção ao novo cenário DVB-T2, oferecendo antenas preparadas para maximizar a qualidade de sinal exigida pelas emissões UHD atuais e futuras.
Perguntas frequentes
Como é gerida a entrega de potência PoE nas nossas ONUs?
As nossas ONUs PoE distribuem a potência disponível entre as suas portas Ethernet de acordo com a sua capacidade total e o padrão PoE.
A ONU 769530 disponibiliza até 50 W úteis. A porta 1 permite até 21 W, enquanto as portas 2 a 4 oferecem até 10 W cada uma. Recomendamos ligar os dispositivos de maior consumo, como câmaras de videovigilância, à porta 1. Se a potência total disponível for excedida, a ONU interrompe a alimentação e repõe-na automaticamente em poucos segundos.
A ONU 769532 disponibiliza até 120 W úteis, oferecendo até 30 W (Classe 4) em cada uma das suas quatro portas.Isto permite ligar dispositivos de alto consumo a qualquer porta sem necessidade de priorização.
Em ambos os modelos, parte da potência é reservada para o consumo interno da ONU (~10 W).
O fornecimento PoE baseia-se num processo de negociação entre o equipamento e a ONU. Pode acontecer que um dispositivo negocie uma classe de potência superior à necessária, o que pode limitar o número de equipamentos ligados.
Nestes casos, recomendamos utilizar a ONU de maior capacidade para garantir um funcionamento estável.
| Norma | Tipo de PoE | Potência PSE máxima | Potência para o PD | Dispositivos típicos | |
|---|---|---|---|---|---|
| IEEE 802.3af | Tipo 1 | PoE | 15,4 W | 12,95 W | Telefones IP, câmaras IP básicas, APs Wi-Fi de baixa exigência, sensores IoT |
| IEEE 802.3at | Tipo 2 | PoE+ | 30 W | 25,5 W | APs Wi-Fi de banda dupla, câmaras IP com movimento, videotelefones IP, sistemas de alarme |
| IEEE 802.3bt | Tipo 3 | PoE++ 4PPoE |
60 W | 51 W | APs Wi-Fi 6 / 6E, câmaras PTZ com aquecimento, terminais multimédia, de videoconferência |
| Tipo 4 | 90-100 W | 71 W | Monitores ou ecrãs táteis, PCs de secretária, equipamentos de rede de alto desempenho | ||
Instalação real
Residência Qasr Al Bahar Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos
Conhecido como o “Palácio do Mar”, Qasr Al Bahar foi a residência do xeque Zayed bin Sultan Al Nahyan durante os anos fundacionais dos Emirados Árabes Unidos.
Para este enclave histórico e de alta segurança, instalámos uma solução completa baseada em IPTV Lite, Headend e IPTV STBs, concebida para proporcionar uma distribuição audiovisual centralizada, estável e eficiente nas diferentes áreas do complexo.
A infraestrutura implementada garante continuidade de serviço, gestão otimizada de conteúdos e uma experiência de visualização homogénea num ambiente de máxima exigência.
Televes no mundo
AOTEC, APD e Agora Tech
AOTEC | Sevilha (28 e 29 de maio)
No evento mais relevante para operadores, este ano Diego Sánchez teve a oportunidade de explicar como a Televés é um fabricante one-stop-shop que permite ao operador de infraestruturas controlar o seu tráfego e continuar competitivo.
APD | Zaragoza (7 de maio)
Apresentámos soluções e produtos com especial foco em: Distribuição de TV, DataCom, Hospitality e Iluminação. Este evento serviu como apresentação e ponto de partida da nossa nova imagem de marca.
Agora Tech | Sitges (26 a 28 de maio)
Formação
Como escolher os passa-cabos para a cablagem de um rack
Numa instalação de telecomunicações em rack, uma correta gestão da cablagem não só melhora a estética do armário, como influencia diretamente a eficiência, a acessibilidade e a fiabilidade da infraestrutura. Uma cablagem bem organizada facilita as intervenções técnicas, otimiza a ventilação interna e reduz o risco de erros durante tarefas de manutenção ou futuras ampliações. Os passa-cabos são um elemento-chave em qualquer infraestrutura de rede, pois permitem guiar e organizar a cablagem dentro do rack. Segundo a distribuição dos equipamentos e a densidade da instalação, existem duas soluções principais de passa-cabos: horizontais e verticais.
Os passa-cabos horizontais organizam a cablagem na parte frontal do rack, mantendo os cabos visíveis e facilmente acessíveis. São habitualmente utilizados entre patch-panels, switches e equipamentos de rede com elevada concentração de cordões de ligação, permitindo uma gestão clara e um acesso rápido para manutenção ou ampliações.
Os passa-cabos verticais distribuem a cablagem pelas laterais do rack, ao longo de toda a sua altura. Ao integrarem-se nas laterais, libertam a parte frontal do rack, melhoram a acessibilidade aos equipamentos e oferecem uma solução visualmente mais discreta. São especialmente recomendados em instalações de alta densidade ou infraestruturas com grande crescimento previsto.
Embora ambos os sistemas cumpram a mesma função, a escolha de um ou de outro depende do tipo de instalação e das suas necessidades:
Localização
- Horizontais: na parte frontal do rack, entre patch-panels e switches.
- Verticais: nas laterais do rack, ao longo de toda a sua altura.
Ambientes recomendados
- Horizontais: instalações pequenas ou médias, com baixa ou média densidade de cablagem.
- Verticais: instalações estruturadas de grande dimensão, com alta densidade de cablagem.
Compatibilidade
- Horizontais: compatíveis com qualquer rack de 19”.
- Verticais: compatíveis com racks que disponham de espaço lateral, normalmente com pelo menos 800 mm de largura.
Acessibilidade e manutenção
- Horizontais: acesso frontal direto, gestão e substituição simples dos cabos.
- Verticais: acesso lateral, gestão da cablagem mais complexa.
Com base nos critérios de seleção anteriores, definimos a nossa recomendação sobre qual passa-cabos se adapta melhor a cada instalação:
- Passa-cabos horizontais: recomendados para instalações onde se prioriza a rapidez de acesso, a facilidade de instalação e a organização da cablagem por unidade (U), facilitando uma distribuição visual ordenada.
- Passa-cabos verticais: recomendados para instalações que exigem maior capacidade, escalabilidade e gestão avançada da cablagem, integrando-se na lateral do rack, libertando o espaço frontal dos equipamentos e favorecendo a ventilação.
Em muitas instalações profissionais, a combinação de ambos os elementos permite obter uma gestão da cablagem mais eficiente e escalável.
Anúncio
Overlight Series - Engenharia eletrónica e ótica otimizadas, ao serviço da TV