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Documentação

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InfoTeleves 72 (Fevereiro 2016)

Informaçao geral

QSD85, excelência sobos critérios mais rigorosos

A excelência é uma meta à qual nunca se alcança, e é uma filosofia de trabalho para o dia-a-dia como um processo de melhoria contínua. Este é o motivo de especial satisfação quando uma entidade de referência no sector, utiliza o termo Excelente para avaliar o fruto do esforço realizado.

A prestigiada revista alem√£ Digital Fersenhen concedeu √† par√°bola QSD85 da Telev√©s a avalia√ß√£o m√°xima numa reportagem com o t√≠tulo de, ‚ÄúQualidade espanhola‚Äú,apresentando os resultados de uma an√°lise exaustiva de par√°bolas no competitivo mercado alem√£o. Destaca-se da QSD85 a facilidade de montagem, qualidade a longo prazo e os n√≠veis de recep√ß√£o de sinal, com valores de C/N entre 14,3dB e 15,6 dB. Como avalia√ß√£o final, a QSD85 situa-se ao mesmo n√≠vel de presta√ß√Ķes que a par√°bola do fabricante de refer√™ncia alem√£o, mas com a grande vantagem de um pre√ßo muito mais competitivo.

A QSD é a linha premium na gama de parábolas da Televés e estão homologadas pelo instituto TÜV. Este produto caracteriza-se por um design inovador, realizado através de modernos programas de CAD, ao qual leva a sua xpressão à precisão na recepção do sinal, assim como a sua elevada durabilidade. Trata-se de parábolas de alumínio com suporte com calha para ocultação da cablagem e fixação do LNB em Zamak. Fornecidas com parafusos de aço inoxidáveis e suporte de fixação igualmente em aço, sendo estes submetidos a um processo de galvanização a quente para lhes conceder elevada resistência à corrosão. Outra das vantagens da gama está na facilidade que oferece aos profissionais aquando da sua montagem, que se realiza em apenas quatro passos, graças a que o braço e suporte do LNB, regulável em altura, se apresentam pré-montados.

A avalia√ß√£o de ‚Äúexcelente‚ÄĚ concedida pela Digital Fernsehen n√£o √© a primeira distin√ß√£o que recebem as QSD na Alemanha. O ano passado, especialistas de outra revista de grande prest√≠gio no sector, a Satellit Empfang + Technik, tamb√©m destacaram a qualidade de recep√ß√£o do sinal e a facilidade de montagem destas antenas da Telev√©s, atribuindo-lhes uma pontua√ß√£o de 88 em 100, superior a outros dois equipamentos de refer√™ncia de fabricantes daquele mercado.

Televes no mundo

Seminários ITED3 e formação SENA e CSTB Telecom & Media Exhibition and Forum

Seminários ITED3 (Aveiro e Leiria) Dezembro 2015 - Janeiro 2016

O pontapé de saída da 2ª edição dos seminários ITED 3 foi dado em Aveiro, seguindo-se-lhe Leiria. Os intervenientes, nomeadamente Projectistas e Técnicos instaladores estiveram presentes para discutirem temas relacionados com as Novas Regras Técnicas. O mês de Fevereiro seguir-se-à Beja, Setúbal e Guimarães.

Formação SENA em Bogotá e Bucaramanga (Colombia) Dezembro 2015 - Janeiro 2016

A Televés celebrou um acordo de colaboração com o Serviço Nacional de Aprendizagem da Colômbia (SENA) para colaborar em cursos sobre a recepção e distribuição de sinais de Televisão Digital Terrestre (DVB-T / DVB-T2), Televisão por Satélite e soluções para operadores de Televisão por Cabo.

CSTB Telecom & Media Exhibition and Forum (Moscovo) 26-28 de Janeiro

Nesta edição celebrada no Centro de Exposições Crocus constatou-se o crescimento de soluções integrais em distribuição IP e o interesse por conteúdos 4K. A Televés valeu-se da sua condição de especialista em infra-estruturas de dados de alta capacidade e na distribuição de serviços de televisão de nova geração.

√öltima hora

Grupo Canal+ escolhe a Televes para fornecedor de tecnologia

O Grupo Canal + em França escolheu a Televes para fornecedor de Headends T.0X DVBS2-DVBT para o CANALPRO, destinado ao mercado hoteleiro Francês. Os T.0X oferecem funcionalidades inovadoras como a adaptação automática à grelha de canais via satélite e podem ser geridos e programados remotamente, levando à melhoria dos serviços oferecidos pelo Grupo Canal +, aliado a uma significativa redução dos custos de manutenção.

A escolha da Televes como fornecedor de tecnologia no Grupo Canal + foi poss√≠vel ap√≥s um longo processo em que o operador valorizou par√Ęmetros como o desenvolvimento e capacidades tecnol√≥gicas de fabrico, para al√©m dos rigorosos controlos de qualidade em todas as fases da produ√ß√£o e da implanta√ß√£o da Televes internacionalmente, com uma extensa experi√™ncia com mais de 75.000 T.0X m√≥dulos instalados em todo o mundo.

Fotos curiosas

Antena motorizada

√Č frequente encontrarem-se antenas de sat√©lite motorizadas fora de servi√ßo. O curioso desta situa√ß√£o √© a forma como a antena foi instalada. Para evitar obst√°culos que impedissem a recep√ß√£o de todos os sat√©lites do "arco de Clark", foi necess√°rio elevar a antena.

Os instaladores com mais experiência recordar-se-ão na dificuldade em orientar este tipo de parábolas. Nesta situação esse processo foi realizado numa torre, sendo o mérito duplo e ao qual agora ninguém se arisca para proceder à sua  desmontagem.

Perguntas frequentes

Numa instalação, o CoaxData funciona sempre como uma ponte (bridge) da rede do cliente?

A versatilidade do coaxdata permite adaptar-se às necessidades do cliente

OPINIÃO DO ESPECIALISTA

O coaxdata pode ser configurado como AP (Access Point), em que é feita uma ponte entre o router do cliente e o CoaxData (extensão da rede do cliente), ou então configurado como router.

Quando configurado em modo router, o coaxdata possui um servidor DHCP que vai atribuir o IP aos equipamentos que se ligam nas portas RJ45 ou por WiFi.

Desta forma, cria-se uma rede independente da rede principal do cliente. √Č muito √ļtil esta funcionalidade para quando recebemos convidados em casa e querem ter acesso √† internet. Se os convidados se ligassem √† rede principal, iam ‚ÄĚver‚ÄĚ os dispositivos ligados na rede principal, que que eventualmente poder√£o ter informa√ß√£o privada.

Novas tecnologías

A TDT acelera a sua evolução em quase toda a Europa com o DVB-T2

A Alemanha estabeleceu um ambicioso calendário para a implantação do standard de segunda geração, com o foco na recepção móvel e no Ultra HD.

A Alemanha estabeleceu um ambicioso calendário para a implantação do standard de segunda geração, com o foco na recepção móvel e no Ultra HD.

Apesar da for√ßa de outras plataformas, √© indiscut√≠vel que a televis√£o digital terrestre (TDT) continua a ser a via de acesso preferida dos europeus para disfrutar de conte√ļdos audiovisuais. Longe de significar o seu decl√≠nio, o fen√≥meno do chamado segundo ecr√£ vem demostrar a complementaridade entre a TDT e a televis√£o atrav√©s da internet, potenciada pelas redes 4G/LTE.

A maioria dos pa√≠ses da Europa s√£o conscientes do papel crucial da TDT como meio de acesso quase universal e de baixo custo √† informa√ß√£o, entretenimento e cultura. √Č claro que por outro lado, o seu futuro passa pela evolu√ß√£o para DVB-T2, standard que j√° √© uma realidade na R√ļssia, It√°lia ou Gr√£-Bretanha e que est√° em fase avan√ßada de testes em pa√≠ses como a Fran√ßa. Neste contexto, a decis√£o da Alemanha em acelerar a adop√ß√£o desta tecnologia pode ter um impacto elevado. O governo de Berlim j√° definiu um calend√°rio que prev√™ realizar os primeiros testes piloto neste mesmo ano de 2016. Para 2019 est√° previsto que o processo esteja totalmente finalizado.

Enquanto uns se adiantam na vanguarda da tecnologia, outros ainda estão na fase de intenção de discutir a inclusão de mais programas, aos 4 existentes na plataforma da TDT.

A corrida da Alemanha ao DVB-T2 significa que o segundo dividendo digital, ou seja, a libertação da banda dos 700 MHz, também ocorrerá proximamente. Os utilizadores deparar-se-ão com a alteração tecnológica que significará a necessidade de adquirir novos receptores de acordo com os requisitos técnicos já definidos.

Uma das raz√Ķes desta estrat√©gia √© a aposta na alta defini√ß√£o. Neste sentido, a Alemanha utilizar√° no DVB-T2, a codifica√ß√£o HEVC, o que permitir√° √† TDT germ√Ęnica competir em oferta HD com as plataformas de recep√ß√£o sat√©lite e IPTV, gra√ßas ao reduzido pre√ßo dos custos de transmiss√£o. O mais importante √© que esta combina√ß√£o de tecnologias abre a porta √† distribui√ß√£o de programas em ultra alta defini√ß√£o (UHD) atrav√©s da TDT. Isto pressup√Ķe o salto para uma nova dimens√£o na televis√£o, visto que a UHD possibilita uma qualidade de imagem 16 vezes superior √† actual HD.

A Alemanha d√° grande import√Ęncia nesta evolu√ß√£o da TDT √† recep√ß√£o m√≥vel. Com o salto para o standard de segunda gera√ß√£o, as oportunidades v√£o disparar.

Digital Terrestrial Television Systems. Blue indicates countries that have adopted or deployed DVB-T and DVB-T2. August 2015

Copyright 2013 DVB Project. DVB and the DVB logo marks are registered trademarks of the DVB Project. 

Sabia que...

... a Televés apresentou há 30 anos atrás um protótipo de uma antena plana?

Foi na exposição Sonimag-86 que se realizou em Barcelona. Tratava-se de uma antena baseada em lentes de Fresnel que não passou de protótipo de laboratório.

Em tr√™s d√©cadas, a evolu√ß√£o da recep√ß√£o de televis√£o via sat√©lite originou o aparecimento de dispositivos como as antenas planas electr√≥nicas, at√© aos actuais LNB √≥pticos, e, as modula√ß√Ķes anal√≥gicas deram lugar √†s actuais e sofisticadas modula√ß√Ķes digitais.

São 30 anos de história da televisão que se reflectem na própria história de Televés.

Formação

C√°lculo da Rede de Cabos Coaxiais

A 3ª edição do Manual ITED, sendo o resultado da maturação do regime técnico, até aqui em vigor veio e muito alterar os procedimentos de cálculo da rede de cabo coaxial

Com base na normaliza√ß√£o europeia aplicada a este din√Ęmico sector das comunica√ß√Ķes electr√≥nicas vem-se constatar que a adop√ß√£o destes princ√≠pios pode esbarrar em alguns constrangimentos come√ßando pela inclus√£o da frequ√™ncia dos 862 MHz para o c√°lculo das redes de cabo coaxial. Desde o recente dividendo digital que esta frequ√™ncia j√° n√£o pertence √† banda de aloca√ß√£o de frequ√™ncias de televis√£o, mas sim aos operadores de 4G. Os 790 MHz passaram a ser frequ√™ncia de trabalho limite para aloca√ß√£o de canais terrestres.

Muito se tem debatido sobre as regras de c√°lculo do manual ITED 3 no que concede aos restritivos valores m√°ximos das atenua√ß√Ķes (tabela 4.24 do Manual ITED) e tilt das liga√ß√Ķes permanentes (tabela 4.25 do Manual ITED), onde projectistas tentam a todo o custo que os seus projectos cumpram a lei sem ferir a funcionalidade da instala√ß√£o e os custos associados.

Com este prossuposto enumeram-se algumas solu√ß√Ķes poss√≠veis devidamente justificadas:

Alteração da localização do ATI

Alterar o ATI da sua localiza√ß√£o inicial poderia ser uma solu√ß√£o de forma que existisse uma maior equidist√Ęncia entre a totalidade das tomadas ao ATI.

Esta situa√ß√£o apenas traria vantagens em edif√≠cios onde se excedesse muito pouco os limites de atenua√ß√Ķes impostos pelo regulamento ITED. No entanto ser√° uma solu√ß√£o que n√£o ir√° com certeza ao encontro das pretens√Ķes do dono de obra nem da arquitectura e do bom senso em colocar por exemplo um ATI numa das paredes de uma divis√£o principal. J√° se torna frequente encontrar projectos em que foram previstos a localiza√ß√£o de espa√ßos t√©cnicos. A arquitectura dever√° ter sempre em considera√ß√£o as necessidades das especialidades, no entanto este princ√≠pio dever√° ser sempre rec√≠proco.

Desdobramento do ATI

O manual ited prev√™ que o ATI possa ser constitu√≠do por uma ou mais caixas com os respectivos repartidores de cliente (RC), e permite a interliga√ß√£o entre a rede colectiva, ou de operador, e a rede individual de cabos. As caixas que constituem o ATI devem estar interligadas, no m√≠nimo, por 2 tubos de 40mm de di√Ęmetro, ou o equivalente em calha. Ao optar-se por esta hip√≥tese pode parecer que se resolve o problema. No entanto conv√©m n√£o esquecer que se ter√° de considerar a atenua√ß√£o da interliga√ß√£o dos v√°rios passivos dimensionados em cada caixa do ATI. Esta solu√ß√£o para al√©m de ser significativamente mais dispendiosa, acaba por sair gorada j√° que ser√° necess√°rio contemplar os passivos que interligam as v√°rias caixas. Caso contr√°rio tratar-se-√° de uma infra-estrutura incompleta que apenas permite a liga√ß√£o do sinal de entrada a uma das caixas que constitui o ATI, ou seja apenas a uma parte das tomadas.

Deixar parte das tomadas desligadas

Esta √© uma solu√ß√£o controversa j√° que a sua interpreta√ß√£o est√° amb√≠gua no presente manual. No entanto partindo do pressuposto que √© v√°lido numa instala√ß√£o com 12 tomadas, instalar um repartidor coaxial de apenas 6 sa√≠das com o intuito de contornar as limita√ß√Ķes do c√°lculo, aplicando-se a regra da ‚Äúcomutatividade‚ÄĚ, de acordo com a seguinte tabela, tamb√©m ser√° verdadeiro deixar 11 tomadas n√£o ligadas.
 

Isto √©, se √© permitido ligar parte das tomadas e manter a outra parte desligada para que o dono de obra seja obrigado a efectuar manualmente a liga√ß√£o no repartidor sempre que pretende ligar uma TV num novo local, n√£o parece fazer muito sentido. √Č f√°cil intuir que nem todos os donos de obra ter√£o tal conhecimento e a primeira coisa que far√£o quando desconfiam que determinada tomada n√£o funciona √© contactarem de imediato o instalador ou o promotor que lhes vendeu a habita√ß√£o.

Convém salientar o problema comercial que esta situação trará à rede de distribuição em criar referências de ATI’s. Mantendo o mesmo exemplo do ATI de 12 saídas ter-se-ia uma infinidade de variantes com N tomadas ligadas e M desligadas.

Existindo abertura para deixar no ATI cabos coaxiais ‚Äúdesligados‚ÄĚ, devido ao ATI dimensionado n√£o ter capacidade para o n√ļmero total de tomadas coaxiais da instala√ß√£o, ent√£o, e levando este princ√≠pio ao limite considerar-se-ia a liga√ß√£o fixa apenas de uma √ļnica tomada e deixar-se-iam ‚Äúsoltos‚ÄĚ as restantes tomadas.

Amplificação

Os equipamentos activos (amplificadores) √© e foram desde sempre a solu√ß√£o para efectuar compensa√ß√Ķes de atenua√ß√Ķes e tilt em redes de cabo coaxial. Desde pequenas instala√ß√Ķes at√© redes de distribui√ß√£o que cobrem cidades inteiras, foram dimensionadas por operadores com tecnologia de cabo coaxial. Com margens de trabalho diferentes que o actual Manual ITED3, os dimensionamentos foram desde sempre realizados com equipamento passivo e activo. Sendo os limites do actual manual s√£o demasiado estreitos e exigentes com estes que os projectistas ter√£o de elaborar os seus projectos de forma a cumprir a lei. Ali√°s seguem transcri√ß√Ķes do actual Manual ITED que indica como proceder em caso de se exceder os limites impostos.

‚ÄúEm caso de necessidade, nomeadamente para liga√ß√Ķes com comprimentos m√°ximo do canal, o sistema de CATV deve possuir equipamento activo de amplifica√ß√£o, compat√≠vel com as bandas de frequ√™ncia.‚ÄĚ

‚ÄúEm qualquer uma das liga√ß√Ķes o projectista pode considerar a utiliza√ß√£o de dispositivos, activos ou passivos, com ajuste de tilt, de forma a aumentar o comprimento da liga√ß√£o permanente.‚ÄĚ

As regras para o projecto, instala√ß√£o e gest√£o das Infra-estruturas de Telecomunica√ß√Ķes em Edif√≠cios (ITED) foram estabelecidas com o prop√≥sito de favorecer os utilizadores quanto ao acesso e utiliza√ß√£o das tecnologias de telecomunica√ß√Ķes nos edif√≠cios. N√£o tem qualquer sentido um cumprimento banal da lei sem que o seu prop√≥sito principal seja.

Dica

Como configurar CoaxData Gateway como maestro

A configuração tradicional de uma rede CoaxData implica na existência de um maestro da gama 7692, e vários escravos da mesma gama ou através do CoaxData Gateway ref.769301.

Caso se pretenda que o próprio maestro seja simultaneamente o router com todas as suas funcionalidades associadas, incluindo o WiFi, a solução passa por configurar um CoaxData Gateway ref.769301 como maestro.

Para tal dever-se-á configurar a arquitectura interna do dispositivo através de um ficheiro de actualização disponível na página web da Televés:

http://www.televes.com/pt-pt/content/coaxdata-gateway-ref769301

Após actualização com a nova configuração, o novo maestro passará a ter as seguintes características:

  • Entrada WAN associada a um cliente DHCP para liga√ß√£o a um router principal (router do operador) atrav√©s da porta LAN/WAN.
  • Sa√≠das LAN associadas a um servidor DHCP: LAN1, LAN2, Porta Coaxial Eth0 e WiFi Ath0.
  • Funcionamento como maestro, estendendo a LAN atrav√©s da rede coaxial e da¬† rede de dados (UTP/FTP).
  • Disp√Ķe de um interface de configura√ß√£o atrav√©s de um VAP que permite o acesso √† configura√ß√£o independentemente da altera√ß√£o interna no router.

Instalação rea

Hotel Longroiva (Meda)

O antigo edifício termal de Longroiva foi transformado em hotel de charme, solução moderna que aproveita a encosta para ligar o passado do local, integrando na paisagem quartos, bungalows e o acesso às termas.

O hotel conta com uma solução TV igualmente moderna com os programas entregues aos televisores em formato digital.

Solução já habitual para a hotelaria com aproximadamente 30 programas de televisão internacionais, TDT e um encoder de 4 serviços para programas internos.

As antenas terrestres e satélite foram instaladas afastadas do edifício e dissimuladas na paisagem para não ferir a arquitectura do mesmo.

Instalação idealizada à medida de acordo com as necessidades da obra.

INSTALADOR:

An√ļncio

Coaxdata